Matrículas de período especial

As matrículas para o período especial vão começar!

#PraCegoVer #UEMASULAcessível Banner com fundo branco e à esquerda elementos gráficos nas cores do brasão da universidade: branco, vermelho, amarelo, verde e azul. À direita as seguintes informações: matrículas de período especial. 16 a 20/12. Logo abaixo tem-se o site, seguido dos endereços das redes sociais da UEMASUL e identidades visuais da universidade e do governo estadual.

Conselho Universitário realiza última reunião de 2019

O Conselho Universitário (CONSUN), órgão máximo de deliberação da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão, realizou a 14ª reunião e última do ano. Foram apreciadas, discutidas e votadas nove propostas de minutas de resolução, entre elas o Calendário Acadêmico para 2020, a doação de bens móveis da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), por meio do Programa Ampliado de Livros de Texto e Materiais de Instrução (PALTEX), à UEMASUL, proposta de resolução que regulamenta o Conselho Estratégico Social da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (CONEST), que delibera sobre a gestão de políticas públicas de ensino, pesquisa, extensão e inovação, no âmbito das Unidades de Atuação Programática, e o calendário de reuniões ordinárias do CONSUN para 2020. Todas as pautas foram aprovadas por unanimidade.

Na sequência, ocorreu a pauta não deliberativa sobre as eleições de diretores de curso, campus Imperatriz. O processo eleitoral seguiu a legislação, de acordo com a resolução 088/2019 -CONSUN, que convoca a comunidade universitária para a composição da lista tríplice. Coube à Comissão Eleitoral elaborar os regimentos e o cronograma dos pleitos. A presidente do Conselho Universitário, professora Elizabeth Nunes Fernandes explicou como se deu o processo da eleição, lendo a Ata da Comissão Eleitoral, que relatava a não formação das listas tríplices, e como consequência a não realização da eleição.

A presidente encerrou a reunião agradecendo a parceria de todos os conselheiros. “Hoje finalizamos nosso calendário de reuniões do CONSUN. Foi um ano difícil, do ponto de vista da conjuntura nacional, principalmente na educação. Apesar disso, fizemos muitas conquistas, ainda que estejamos passando por momentos difíceis. Agradeço por estarmos juntos construindo essa universidade, onde o aprendizado é de todos nós, sempre procurando cada vez mais superamos os obstáculos”.

Foram cinco reuniões ordinárias realizadas em 2019, marcadas pela aprovação de 23 resoluções que norteiam as ações da universidade. A próxima reunião do CONSUN será realizada dia 18 de março de 2020.

UEMASUL prestigia assinatura de contrato na área da Saúde

A assinatura do Contrato Organizativo de Ação de Ensino-Saúde (COAPES) aconteceu nesta semana e representa a consolidação de mais uma etapa para as instituições de ensino superior que possuem cursos na área da saúde. Estiveram presentes na solenidade o secretário Extraordinário de Articulação de Políticas Públicas, Marcos Pacheco; o secretário municipal de Saúde de Imperatriz, Alair Firmiano e representantes de Instituições de Ensino Superior da região, entre eles a reitora Elizabeth Nunes Fernandes, da UEMASUL, e prefeitos e secretários de saúde dos sete municípios contemplados pelo COAPES: Imperatriz, João Lisboa, Davinópolis, Governador Edison Lobão, Porto Franco, Estreito e Amarante.

A elaboração do primeiro contrato regional do Maranhão, teve início em outubro de 2017, sob a coordenação da Doutora Antônia Iracilda e Silva Viana gestora regional de saúde de Imperatriz e da coordenadora de cursa da Escola de Saúde Pública do Maranhão (ESP/MA) Doutora Jacyane Ramos de Sousa. O COAPES tem como objetivo melhorar o atendimento, serviço e ensino, além de reforçar a atenção prestada à comunidade, facilitando a atenção primária e garantindo treinamento e formação continuada. A diretora do curso de Medicina da UEMASUL, professora Dra. Michele Moreira Martins de Oliveira, participou da elaboração do contrato e ressalta que “o COAPES estabelece fluxos de atendimento e capacitação, isso favorece a comunidade e as instituições de ensino que terão mais instrumentos de saúde à disposição para colocar seus alunos em campo de prática”.

A UEMASUL está presente neste processo desde a criação do curso de Medicina, em 2018, atendendo uma expectativa do Governo do Estado do Maranhão que é formar o profissional sensível à comunidade. A estrutura curricular do curso além de adotar a metodologia ativa, tem parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/Brasil), garantindo a inserção social do estudante logo no início da vida acadêmica. A primeira turma de Medicina da UEMASUL ingressará em agosto de 2020, período que também assinará o COAPES.

Campi da UEMASUL recebem adaptações para atender alunos com deficiência

Criada em 2012, a Lei de Cotas nº 12.711  tem a função de proporcionar às pessoas negras, pardas e indígenas, alunos de escola pública e também às pessoas com deficiência, condições igualitárias de acesso ao ensino superior. Cabe às instituições governamentais criarem políticas de acesso e permanência estudantil para pessoas com deficiência.

Com apenas quatro anos de criação, o Estatuto da Pessoa com Deficiência é um símbolo dessa causa e mostra o quanto é necessário que o Estado garanta não só direitos básicos previstos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas que transforme em ação essas palavras. As adaptações desses espaços também são fundamentais pois asseguram a acessibilidade, liberdade, igualdade e mobilidade.

Diante das diversidades humanas, a UEMASUL amplia o seu olhar para uma política de inclusão que promova o direito ao acesso e à permanência do aluno, considerando sempre as particularidades daqueles que apresentam deficiências.  O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)  considera  que a educação inclusiva deve favorecer o alcance de direitos não só de pessoas com deficiências específicas, mas de pessoas que, em algum momento, apresentem estados que afetam o campo cognitivo e, consequentemente, a aprendizagem e, portanto, necessitam ter o seu direito à educação de qualidade, assegurado pela universidade.

Ferramentas de acessibilidade

Atualmente, a UEMASUL tem três estudantes com deficiência,  dois deles com baixa visão, no campus Imperatriz e uma cadeirante, no campus Açailândia. Para atender a estes e futuros estudantes, a instituição iniciou seu plano de adaptação, com a aquisição de equipamentos, materiais, mobiliário adaptado e também com a contratação de profissionais para acompanhamento das atividades acadêmicas. A universidade vem realizando adaptações em sua estrutura física desde 2017 para atender aos estudantes da universidade que possuem algum tipo de deficiência, a fim de promover a permanência destes alunos  nos cursos de graduação.

O Núcleo de Educação Especial, que integra o Núcleo de Apoio Psíquico (NAP) da UEMASUL, conta  com uma sala de estudos para apoio aos estudantes, além de dois computadores com sistemas operacionais específicos para a deficiência. No campus Imperatriz, setores como biblioteca e laboratório de informática, possuem três computadores para atender a esses alunos.

A universidade oferece não só a mobilidade, mas, ferramentas que auxiliam no acesso à conteúdos digitais. O novo site, que será lançado em breve, contará com o VLibras, um conjunto de ferramentas computacionais, responsável por traduzir conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para a Língua Brasileira de Sinais (Libras); alto contraste e a ferramenta Audima, que converte os textos para áudio. Além do site, as redes sociais institucionais: Instagram e Facebook, contam com a descrição de imagens e banners com a finalidade de facilitar a comunicação interna e externa da universidade.

O processo conta ainda com o lançamento de edital para estagiários nas modalidades de ledor e tradutor de Libras com o objetivo de colaborarem no Núcleo de Educação Especial. Os estagiários farão o acompanhamento dos estudantes nas aulas, e ajudarão na produção de materiais didáticos para facilitar a compreensão dos conteúdos, como destaca a professora Iane Paula Rego, coordenadora de Sustentabilidade e Integração Social. No Núcleo, os estudantes têm à disposição gravadores de áudio para auxiliar na transcrição das aulas e espaço para realizar estudos e leituras de materiais.

“A importância é essa, de poder atender esse aluno e fazer com que ele se sinta o mais incluído possível, dentro da sala de aula, junto dos colegas e professores. Também temos feito trabalhos com professores para que eles preparem o material adequado para os alunos, com fontes aumentadas. E a UEMASUL vem fazendo esse acompanhamento, tanto com o ledor quanto com os estagiários  diariamente, durante o horário de aula e também no contraturno”, completa a professora Iane Paula Rego.

Adaptações estruturais

As adequações aos alunos da instituição estão previstas no PDI da universidade. Atualmente, já foram instalados 25% de todo o piso tátil e 90% das rampas, nas áreas interna e externa da instituição. De acordo com o coordenador de Infraestrutura, professor Wilson Araújo, a universidade vem realizando os procedimentos de acessibilidade e manutenção da estrutura desde a sua criação e destaca as mudanças em todos os campi.

“Todas as adequações necessárias são difíceis, pois são muitos elementos, declividade de rampas, piso tátil, placas em braile, e muitas coisas já começamos a fazer. Partimos pelo mais básico, com a adequação de calçadas e rampas, ainda temos uma rampa por fazer porque ela que dá acesso ao bloco de ensino, e fazê-la em período de aulas acaba causando um transtorno, mas já temos o projeto para realizarmos as demais adequações. Essa transformação não será só aqui. Em Açailândia, por exemplo, também já adequamos algumas rampas. O prédio de Estreito também será adequado, mesmo sendo um prédio novo. O novo prédio do CCA, que está em fase de finalização, já se encontra com as rampas adequadas, mas ainda faltam os pisos táteis. Quando o prédio é antigo, que é o caso do nosso, a norma é até mais flexível, mas, se for uma obra nova, já exige que se pense na acessibilidade antes”, ressaltou o professor.

Para a pró-reitora de Planejamento e Administração (PROPLAD), professora Sheila Elke Araújo Nunes, com essas adaptações, a UEMASUL contempla o novo projeto de política de acessibilidade das instituições de ensino superior.

“A proposta de acessibilidade da UEMASUL vem como uma política inclusiva. Se nós pegarmos historicamente, o próprio INEP coloca que nos últimos dez anos houve um aumento de 512% de matrículas de pessoas com algum tipo de necessidade especial no ensino superior do Brasil. Entretanto, esse ainda é um número pequeno porque equivaleria a 0,5% dos ingressantes em uma instituição de ensino superior. Cumprindo a programação e a política de inclusão, a UEMASUL como uma universidade nova, já começou a receber seus alunos que requer o uso dessa política de acessibilidade“.

As inscrições na edição do Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (PAES) deste ano, feito em parceria com a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), para os cursos de graduação da UEMASUL, tiveram vinte e cinco candidatos inscritos para cotas de pessoas com deficiência.

Autoavaliação Institucional

A Autoavaliação Institucional é parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) criado pela Lei nº 10.861/2004, e tem importante função reguladora que mede a qualidade no ensino, assim como o ENADE e outros métodos avaliativos.

O questionário está organizado em blocos de perguntas, em que o núcleo aborda 10 dimensões agrupadas dentro dos cincos eixos que são indicados pela lei do SINAES. Existem perguntas para produzir um perfil da universidade, e questões abertas para críticas, elogios e sugestões, disponibilizadas por meio de dois links: um para alunos e outro para os funcionários da instituição. O acesso será feito com o CPF (CPF que inicia com ‘0’ deve ser ignorado o dígito).

Link alunos

Link professores e funcionários

UEMASUL promove Autoavaliação Institucional para comunidade universitária

Durante a reunião de apresentação da pesquisa de Autoavaliação Institucional da UEMASUL foram propostas estratégias de engajamento para a participação da comunidade acadêmica. A pesquisa é promovida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), e tem como objetivo fazer um panorama do ensino superior a partir de um questionário, que será respondido por alunos, professores e funcionários administrativos dos campi Imperatriz e Açailândia.

A Autoavaliação Institucional é parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) criado pela Lei nº 10.861/2004, e tem importante função reguladora que mede a qualidade no ensino, assim como o ENADE e outros métodos avaliativos.

É importante e necessária a participação da comunidade universitária para responder o questionário não-obrigatório, como explica o presidente da CPA, Emmanuel Sousa: “A avaliação tem essa função normativa, mas tem uma função ainda mais importante, porque ela é um instrumento que vai permitir que a universidade saiba como a comunidade universitária vê a instituição”.

O questionário está organizado em blocos de perguntas, em que o núcleo aborda dez dimensões agrupadas dentro dos cincos eixos que são indicados pela lei do SINAES. Existem perguntas para produzir um perfil da universidade, e questões abertas para crítica, elogios e sugestões, e  está disponibilizado por meio de dois links: um para alunos e  outro para professores e funcionários da instituição. O acesso será feito com o CPF (CPF que inicia com ‘0’ deve ser ignorado o dígito). 

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Atividades com jogos educativos encerram disciplina de Libras

Na manhã de hoje (28), a turma do 7º período do curso de Pedagogia encerrou a disciplina de Libras com a apresentação de jogos educativos. A realização das atividades teve a participação dos estudantes da escola municipal de Educação Bilíngue para surdos professor Telasco Pereira Filho.  Os jogos educativos fazem parte do projeto “Ideias para ensinar Português para surdos”, e são baseados no livro da autora, educadora e linguista Ronice Quadros.

A professora Arlene Holanda falou sobre o papel pedagógico dos jogos no ensino da língua Portuguesa. “Visto que a língua materna dos surdos é a Libras,  eles precisam aprender o português para poder interagir com as pessoas, com a língua majoritária. O objetivo é fazer com que o maior número possível de acadêmicos tenha conhecimento sobre esse material, sobre a possibilidade de trabalhar com esses alunos”.

O evento ainda trouxe a oportunidade dos acadêmicos e acadêmicas da UEMASUL, ensinarem e aprenderem com as crianças da escola Bilíngue.  “Nem todos temos acesso à Libras, ou por falta de interesse ou por falta de oportunidade. Então, aqui a gente pratica também a inclusão, tanto para a universidade como para as crianças surdas. É algo que deveria ser incluído no nosso currículo escolar, porque a verdadeira inclusão seria essa, de todos saberem”, comentou a acadêmica Geovania dos Passos.

Acadêmicos e professores compartilham experiências no I Seminário de Estágio da UEMASUL

O I Seminário de socialização das experiências de estágio, teve como objetivo socializar as experiências dos cursos de graduação, visando a interação e partilha de conhecimentos adquiridos a partir do acolhimento e a valorização do acadêmico nas redes de ensino municipal e estadual, instituições e empresas.

O evento, realizado pela pró-reitoria de Gestão e Sustentabilidade Acadêmica por meio da coordenadoria de Projetos Pedagógicos ofertou durante todo o dia mesas-redondas, palestras e rodas de conversa.  Uma das coordenadoras do seminário, professora Dina Barreto reforçou a necessidade do primeiro evento para a discussão da prática pedagógica e do estágio supervisionado. “Essa diversidade de olhares dos professores de licenciatura e do bacharelado  são de uma riqueza ímpar e o que é melhor, dando protagonismo para os nossos discentes. Daremos continuidade a esses encontros dos professores de estágio para nos aprimorarmos cada vez mais e para que a universidade possa formar profissionais muito mais competentes , mais hábeis e mais humanizados”.

Para a professora Ilma Maria de Oliveira, é preciso repensar as estruturas curriculares do estágio. “Da mesma forma que acontece com o mercado de trabalho, acontece nas escolas, acontece nas estruturas curriculares. Só que não é fácil para nós professores que fomos formados com uma separação, por isso que nós estamos reaprendendo. Então é preciso pensar e estudar, é hora de pesquisar”. 

O estágio é o momento em que o estudante coloca em prática os seus conhecimentos e competências, associados à futura profissão. A acadêmica do sexto período do curso de Química iniciou o estágio em setembro, e falou da sua experiência em lecionar. “Foi um período de muita experiência. No observatório, o estágio vai te promover  várias informações, como é a gestão escolar, como é por exemplo o calendário escolar, as programações que têm dentro da escola, de que maneira ele vai se portar como profissional, melhoras significativas na aprendizagem do aluno. E na regência também, onde fui aprendendo com os meus erros”. 

A acadêmica Gilciane da Conceição Monteiro Alves, faz o quinto período de Pedagogia, e  ainda vai passar pela disciplina de estágio. Ela falou sobre a importância das trocas de experiências proporcionadas pelo seminário. “Uma coisa que a professora Ilma sempre fala pra gente é que a teoria tem que caminhar junto com a prática, uma coisa indissociável, inseparável. Então eu acho muito importantes essas  experiências compartilhadas dentro da universidade, incentivando as pessoas a conhecer, a aprender com o conhecimento que o outro teve. Quando a gente se abre pra isso, pra aprender com a experiência do outro, eu vejo que a gente alcança uma maturidade de conhecimento muito maior”.

Campus Açailândia realiza seminário sobre Direitos Humanos

Como parte das atividades da Semana da Consciência Negra, de 18 a 22 de novembro aconteceu no campus Açailândia, a primeira edição do “Seminário de Pesquisa em Relações Étnico-Raciais e Direitos Humanos”. O evento foi organizado por acadêmicos e professores do curso de Letras.

A programação abordou os significados e implicações das relações étnicas e dos Direitos Humanos na sociedade contemporânea, resgatando o passado por meio de palestras, mesas-redondas, minicursos e apresentações culturais:  sarau, declamação de poesias feitas pelos alunos e a capoeira do grupo Voando Alto Associação Cultural.

O professor Fausto Ricardo Sousa, um dos idealizadores do evento, explicou sobre a importância dos temas abordados. “Trazer para a universidade, como para qualquer outra instituição, é importante porque nós não estamos tentando fazer com que o negro seja mais visto do que qualquer outro indivíduo, mas, que a sociedade tenha esse entendimento de que o negro é belo, tem identidade, tem seu padrão que foge ao padrão europeu que é o padrão que construiu nossa sociedade”.

O encerramento do seminário contou com um desfile valorizando a beleza negra e uma oficina de turbantes, ministrada por Suzana Rossi, acadêmica de Sociologia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) de Imperatriz. “Quando se fala sobre a questão estética do turbante já está se referindo a uma questão que embeleza, e também a um empoderar do homem e da mulher. Não apenas os negros se utilizam do turbante, outras sociedades usaram.  É importante ainda as pessoas terem consciência e valorizarem a cultura afro. Utilizar o turbante é uma forma de respeito por essa cultura”, firmou Suzana.

UEMASUL discute curricularização da extensão acadêmica

O Plano Nacional de Educação (PNE) determina novas diretrizes, metas e estratégias para a política educacional no período de 2014 a 2024. Dentre elas, estabelece que 10% da carga horária dos cursos de graduação sejam por meio da extensão. Pensando nisso, a Gestão Superior da UEMASUL recebeu o professor Etevaldo Almeida Silva, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) para um bate-papo com a temática “Creditação e curricularização da extensão”.

A universidade pública é um importante espaço de produção e disseminação de conhecimentos e fundamenta-se em três bases: ensino, pesquisa e extensão. A extensão universitária é o retorno que a academia dá à sociedade, possibilitando o compartilhamento do conhecimento adquirido por meio do ensino e da pesquisa desenvolvidos na instituição. A Pró-reitoria de Gestão e Sustentabilidade Acadêmica (PROGESA) desenvolve várias atividades referentes ao tema durante  o período acadêmico.

A pró-reitora Regina Célia Costa Lima, conta que a experiência do professor Etevaldo Almeida, enquanto gestor da extensão na UERN contribuiu para o debate. “O bate-papo com a gestão superior da UEMASUL e a PROGESA foi importante para a compreensão do tema, de acesso à experiência do professor e assim, construirmos uma agenda de implantação da extensão no currículo, iniciando por inserir o debate na nossa instituição e calendarizar ações”, aponta a pró-reitora.

Entre as ações destaca-se uma maior compreensão da comunidade universitária sobre o tema, de forma especial, dos docentes; listar e cadastrar ações de extensão já existentes na universidade; dialogar com a comunidade; conhecer a legislação referente à extensão e construir as resoluções.

Para o professor Etevaldo Almeida, discutir a extensão na universidade é importante para despertar a curiosidade dos acadêmicos: “É uma alegria estar na UEMASUL falando sobre esse assunto. A extensão é fundamental para a formação cidadã dos estudantes. Eles precisam ter uma formação integral a partir da cidadania ativa, e a extensão universitária possibilita essa formação”.