I Simpósio Interdisciplinar de Ciências Humanas

I Simpósio Interdisciplinar de Ciências Humanas da UEMASUL promovido pelo Centro de Ciências Humanas, Sociais e Letras, e cursos de Geografia e Pedagogia. O evento acadêmico-científico e cultural tem o objetivo de refletir sobre as múltiplas dimensões relativas ao desenvolvimento profissional de professores buscando articular teoria e prática.

Inscrições: http://sinterch.uemasul.online

Oportunidade de estudo e bolsas no exterior

Olá, prezado docente ou discente da UEMASUL. Confira algumas informações sobre oportunidades para estudar fora do país. Lembre-se, é preciso dedicação e pesquisa para encontrar um programa que combine com seus interesses e recursos, mas, não se preocupe, traremos aqui algumas dicas que serão muito valiosas nesse processo.

Boa sorte!

Katy Blake Burch-Hudson – Fulbright English Teaching Assistant – UEMASUL

 

Dados para lembrar 

1.000.000 alunos estrangeiros em universidades nos EUA (2017).

13.000 Brasileiras e Brasileiros.

Mais de $10 bilhões em fundos para ajuda financeira a estudantes estrangeiros.

 

Programas pagos

Listamos aqui alguns programas que necessitam de investimento financeiro. Mas não se preocupe, alguns desses programas oferecem bolsas de estudo:

 

Programas de bolsa

 

Onde procurar oportunidades de estudar fora

 

Links úteis

 

Exemplos de bolsas para estrangeiros em universidades específicas – Graduação

 

Exemplos de bolsas específicas para mestrado, doutorado e educação continuada

 

Estes são apenas alguns exemplos de programas que existem, mas, com uma pesquisa mais aprofundada em uma área de estudo especifico, país ou universidade é possível encontrar inúmeras outras oportunidades. 

UEMASUL celebra convênio com a Rede Amazônica de Ensino de Ciências e Matemática

A Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL) assinou um termo de adesão ao Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática (PPGECEM). Com a adesão, a UEMASUL passa a integrar a Rede Amazônica de Ensino de Ciências e Matemática (REAMEC) se juntando a outras 27 universidades da Amazônia Legal Brasileira.

Para a assinatura do convênio o coordenador do polo da Universidade Federal do Pará (UFPA – REAMEC), Licurgo Peixoto de Brito se reuniu com diretores de curso e com a gestão superior, para apresentação do programa. “Para se candidatar, o professor tem que atuar nas licenciaturas em Ciências e Matemática, por isso fiquei muito satisfeito quando vi o potencial da UEMASUL para participar da Rede. Já tinha conhecimento da oferta dos cursos, mas aqui tem praticamente o ‘conjunto completo’, que será completo quando iniciarem o curso de Ciências Naturais.”

O programa oferece doutorado para docentes que já atuem nas licenciaturas de Ciências e Matemática, considerando que a melhora dos indicadores da educação básica tem ligação direta com a qualidade da formação dos professores. Para isso, a especialização dos formadores é essencial, que poderão contribuir na formação continuada de profissionais da educação.

A Pós-Graduação é apresentada como o inicio de um efeito cascata: dentre os objetivos, está a formação de 150 doutores em Ciências e Matemática até 2020, o que possibilitará a implantação de pelo menos um Mestrado em Ciências e Matemática em cada um dos nove estados da Amazônia Legal Brasileira até o mesmo ano.

A UEMASUL oferece cinco dos cursos contemplados pelo PPGECEM, que são as licenciaturas em Química, Física, Biologia, Matemática e Pedagogia. A licenciatura em Ciências Naturais é o sexto curso envolvido pelo programa, que será oferecido no campus de Estreito a partir de 2019.

“A alfabetização numérica é tão importante quanto o letramento. Se a alfabetização ensina a ler o mundo pelas palavras, a alfabetização numérica ensina a ler o mundo através dos números. Para isso, precisamos de docentes qualificados para atuarem nas licenciaturas, apresentando metodologias e fundamentos para o ensino de ciências e matemática, desde o início do aprendizado destas disciplinas”, acrescentou Expedito Barroso, vice-reitor da UEMASUL.

Acadêmica da UEMASUL é classificada para o prêmio FAPEMA, na categoria Jovem Cientista

Marisa Cristina Rocha Alves,  acadêmica do curso de Letras Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Portuguesa e bolsista de iniciação científica representará a UEMASUL no 14º edição do Prêmio FAPEMA. Orientada pela professora Kátia Carvalho da Silva Rocha, a estudante ficou entre os três finalistas na categoria Jovem Cientista, na área de Ciências Humanas e Sociais, com o trabalho: “O sertão e sua gente, estudos das personagens do poema e do desenho animado Morte e vida Severina”.

Surpresa e feliz com o resultado, Marisa falou um pouco sobre o projeto finalista, que é sua primeira produção como pesquisadora. “Fazer parte pela primeira vez de um projeto de literatura foi um grande desafio. No entanto foi uma experiência boa, gostei muito de participar, e quero aqui agradecer aos meus professores, à minha orientadora, e à UEMASUL, por me proporcionar essa oportunidade. Esse projeto é uma oportunidade de divulgar a pesquisa dentro da literatura, tornando-a mais visível e mostrando a sua importância. É uma adaptação cinematográfica que transpõe uma obra literária para o cinema em forma de desenho animado. O objetivo é defender a adaptação como uma prática válida e não inferior à literatura, e esse projeto me ajudou a crescer como acadêmica e pesquisadora”.

A orientadora Kátia Carvalho da Silva Rocha falou sobre o sentimento de orgulho em relação à acadêmica. “Estou muito orgulhosa da Marisa, essa classificação é um passo importante para que os bolsistas percebam a importância de ser um pesquisador, e o quanto isso pode somar à vida deles. E para nós, enquanto pesquisador é uma grande satisfação estarmos contribuindo para esse crescimento, fazendo com que essas potencialidades que já existem no aluno possam vir à tona e serem desenvolvidas”, afirmou a professora .

Kátia falou ainda sobre a importância do trabalho desenvolvido. “A proposta desse estudo foi uma leitura, uma adaptação no formato animação da obra homônima do João Cabral de Melo Neto. Essa pesquisa é importante para a UEMASUL porque mostra uma linha, uma possibilidade de estudo que sempre existiu, e que é uma das marcas do curso de Letras, que é o estudo da literatura combinado com outras manifestações artísticas, sendo que estas manifestações ajudam para que o aluno se aproxime das representações dos textos literários”.

O Prêmio FAPEMA é promovido pelo Governo do Estado do Maranhão e a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão e tem o objetivo de incentivar a produção científica e tecnológica no Maranhão, por meio do reconhecimento de ações de pesquisadores que tiveram atuação de destaque no estado.

Concorreram estudantes do Ensino Médio, Técnico, estudantes de Graduação, Mestrado e Doutorado de todo o estado. Serão 52 premiados entre pesquisadores e orientadores. Os prêmios são atribuídos por categorias:  Pesquisador Júnior, Jovem Cientista, Dissertação de Mestrado, Tese de Doutorado pesquisador Sênior, Periódico Científico, Jornalismo Científico, Inovação Tecnológica, Desenvolvimento Humano, Pop Vídeo Ciências e Prêmio Homenagem especial FAPEMA. A premiação é considerada a maior do Norte-Nordeste.

A cerimônia de premiação acontecerá dia 05 de dezembro, no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís.

UEMASUL é contemplada com quatro aprovações de projetos em editais da FAPEMA

Divulgado na manhã de quarta-feira (07), o resultado dos Editais do Instituto Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Maranhão (IECT) por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA), foi recebido com entusiasmo por professores e alunos da UEMASUL. Quatro projetos foram aprovados nas linhas de pesquisa Agricultura Familiar, Saúde e Babaçu. Ao todo, serão quase 200 mil reais destinados ao desenvolvimento da pesquisa científica na Universidade.

Contemplado no Edital n° 28/2018 – IECT Babaçu, o projeto de pesquisa da Profa. Dra. Anatércia Ferreira Alves, que trata do estado nutricional do babaçu para o estado do Maranhão, receberá um total de R$ 47.405,00.

O  Edital n°  030/2018 -IECT Saúde,  no âmbito da linha de ação “Mais Ciência”, aprovou o projeto Custo-efetividade de testes auxiliares no diagnóstico da Hanseníase em áreas de hiperendemia, contemplado com um total de R$ 46.725, 76. O projeto foi construído em parceria com a UEMA, UEMASUL e UFMA, sob a coordenação da Profa. Dra. Maria Edileuza Soares Moura (UEMA/CAXIAS), e vice-coordenação da Profa. Dra. Sheila Elke Araújo Nunes, que falou sobre a importância do projeto, que irá oferecer aos profissionais de saúde, opções adicionais na investigação diagnóstica dos casos de hanseníase. “A hanseníase ainda constitui-se um problema de saúde pública que necessita de intensificação de ações de saúde, principalmente, no que diz respeito a busca ativa, educação em saúde e adesão de novos  métodos diagnósticos complementares, a fim de viabilizar o diagnóstico precoce, interromper a cadeia de transmissão, e possivelmente atingir a meta de eliminação da doença estabelecida pela Organização Mundial da Saúde”.

Já os projetos dos professores Dr. Allison Bezerra Oliveira e Dra. Ivaneide de Oliveira Nascimento, que tratam, respectivamente, do uso competitivo do território pela cadeia produtiva de papel e celulose e do melhoramento da produção do feijão-Caupi com o uso do fungo Trichoderma no Maranhão, ambos aprovados no Edital nº 029/2018 – IECT Agricultura Familiar, receberão um total de R$ 88.763,64.

Para a Profa. Dra. Ivaneide de Oliveira, a aprovação dos projetos voltados para a agricultura familiar representam, além de novas linhas de pesquisas na UEMASUL, uma aproximação da universidade com o pequeno agricultor da Região Tocantina. “Este projeto de inserção do fungo Trichoderma na produção de feijão-Caupi representa uma alternativa, uma ajuda ao agricultor familiar no aumento de sua produção no campo, com este fungo que cultivaremos em laboratório. É por meio dele que faremos este link da universidade com o pequeno agricultor”.

Ela destaca também a importância da aprovação destes projetos para a Universidade. “Isto representa mais fontes de financiamentos de projetos para a UEMASUL, pois, além de financiar bolsas para nossos estudantes, também permitirá a aquisição de materiais e equipamentos para que possamos ter uma pesquisa de laboratório mais avançada na Universidade”.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE FORMAÇÃO MÉDICA

Acontece nos dias 29 e 30 de novembro o Seminário Internacional de formação Médica, promovido pela Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS) e a Secretaria de Saúde do Governo do Estado do Maranhão. O objetivo do evento é debater a formação dos futuros estudantes do curso, fortalecendo o processo da formação profissional em saúde no estado.

A Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil e o governo do Estado e a UEMASUL são parceiros da UEMASUL no processo de criação do novo curso de Medicina da instituição.

O seminário irá integrar membros de distintas áreas do governo, da academia, das gestões municipais de saúde e demais envolvidos, reunindo experiências nacionais e internacionais com o objetivo de discutir e aprofundar o conhecimento sobre a formação médica.

O seminário será divido em duas partes: uma sessão aberta para todas as instituições de Ensino Superior sediadas no Estado com o propósito de debater o panorama global da formação médica em saúde, seus desafios e oportunidades, além de analisar as experiências internacionais para a formação médica na perspectiva de universalizar a saúde.

A segunda parte será uma discussão interna focada na consolidação do projeto político pedagógico, voltado para o perfil do estudante da região de Imperatriz, levando em consideração a estrutura da rede de atenção à saúde existente e de acordo com as necessidades de saúde da população, com o propósito de contribuir com a proposta de formação do Curso de Medicina da UEMASUL.

Abertura: Auditório da OAB, na Rua Simplício Moreira nº 1083

Demais atividades: Auditório da UEMASUL

Inscrição: Aqui

Programação

UEMASUL abre processo seletivo interno para criação de cursos de especialização Lato sensu

Cada vez mais a Pós-Graduação torna-se um dos principais itens que compõe um currículo bem construído. Seja visando uma carreira acadêmica ou para ter um diferencial no mercado de trabalho, os cursos de especialização tem papel estratégico no desenvolvimento regional, na perspectiva da formação e aperfeiçoamento profissional.

Neste contexto, a Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL) lançou na última semana um edital interno que irá criar até seis cursos de Pós-Graduação Lato sensu, em nível Especialização. “Nossas graduações poderão elaborar propostas para criação de cursos de especialização em suas áreas. Esperamos contemplar nossos egressos, assim como a sociedade em geral, sempre visando que as pesquisas e trabalhos tenham a perspectiva regional, transversal e multidisciplinar”, afirmou a professora Sônia Nogueira, coordenadora de Pós-Graduação da UEMASUL.

A expectativa é que uma vez aprovados, até seis cursos sejam ofertados, todos gratuitos e em modalidade de ensino presencial. “O lançamento do edital é mais um passo importante para a ampliação e fortalecimento do ensino superior na região”, afirmou Elizabeth Nunes Fernandes, reitora da UEMASUL.

De acordo com edital publicado, os lançamentos e seleções para os cursos de especialização já poderão acontecer no primeiro semestre de 2019. Para o acadêmico Sancley Estany, que está no último período do curso de Administração no campus Imperatriz, a possibilidade de continuar os estudos após a conclusão da graduação é bastante animadora. “Contamos que, em futuro bem próximo a gente possa ter uma especialização para o aprimoramento e desenvolvimento profissional”, afirmou o estudante.

UEMASUL realiza I Semana Acadêmica de Pesquisa, Inovação e Extensão

A I Semana Acadêmica de Pesquisa, Inovação e Extensão da UEMASUL (SAPIENS) será realizada de 07 a 9 de novembro. A partir deste ano o Seminário de Iniciação Científica e a Jornada de Extensão Universitária serão realizados de forma integrada, sendo coordenados pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (PROPGI) e a Pró-Reitoria de Gestão e Sustentabilidade Acadêmica (PROGESA). A solenidade de abertura será realizada dia 07, às 18h, no auditório da Universidade Aberta do Brasil – UAB, localizada na praça União, com a palestra magistral: “Como a iniciação científica contribui para uma trajetória acadêmica de sucesso”, realizada pela bióloga Joana Paula Bispo Nascimento.

O SAPIENS tem o objetivo de divulgar os resultados dos projetos de iniciação científica desenvolvidos na instituição. Além disso, o seminário visa a socialização do conhecimento, o incentivo à pesquisa e a articulação da instituição com o ensino e a extensão, que são pilares da universidade, para o enriquecimento da formação acadêmica dos discentes da UEMASUL.

A coordenadora de Pesquisa e Inovação Regiane Saturnino, disse que a expectativa é a melhor possível, já que as inscrições esgotaram rapidamente, demonstrando um grande interesse por parte dos acadêmicos. “A programação do evento está muito atrativa, voltada às necessidades dos alunos e, pela primeira vez envolve uma grande integração de toda a Universidade e de todos os trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos da UEMASUL, dentro do ensino, pesquisa e extensão”.

A programação da SAPIENS 2018 irá ofertar minicursos, oficinas, mesa redonda, palestras, premiação, momento cultural, além das apresentações orais dos acadêmicos vinculados ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), Programa Institucional de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), Programa Mais IDH e Programa Institucional de Bolsas de Extensão (PIBEXT).

Esses programas foram criados com o objetivo de estimular pesquisadores a envolver estudantes de graduação nas atividades de pesquisa e extensão, incentivar a troca de competências locais e regionais no processo de aprendizado e produção do conhecimento por meio da pesquisa e extensão na área de abrangência da UEMASUL e, principalmente, contribuir para o desenvolvimento dos municípios com menor IDH da Região Tocantina do Maranhão.

A acadêmica Andressa Silva Brito faz o 4º período do curso de Geografia, e é uma bolsista de extensão. Para ela é extremamente importante essa troca de conhecimentos. “O encontro que vai acontecer essa semana entre os acadêmicos  de pesquisa e os acadêmicos da extensão proporciona um conhecimento sobre os projetos dos colegas. Para os  bolsistas  representa o interesse da instituição em conhecer  e incentivar os projetos.  O meu projeto, por exemplo, depois de finalizado foi renovado por mais seis meses”.

Para a coordenadora de Sustentabilidade e Integração Iane Paula Rego Cunha Dias, um dos objetivos do evento é a unificação do tripé da universidade: ensino, pesquisa e extensão. “Durante a semana acadêmica teremos um panorama geral dos nossos trabalhos. Saberemos se estamos fazendo o nosso papel de regionalização como universidade. Teremos ainda a oportunidade de avaliarmos os avanços e o desenvolvimento dos nossos alunos”.

UEMASUL realiza reunião sobre Licenciatura Intercultural Indígena

A Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL), recebeu na última semana, os coordenadores de Licenciaturas Interculturais Indígenas da Universidade Federal do Goiás (UFG) e da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), para socializar as experiências do processo de construção, implantação e também do cotidiano da graduação.

No Maranhão vivem cerca de 34 mil indígenas, de 11 etnias, e aproximadamente 16 mil estão matriculados em escolas da rede estadual. Dos 1030 professores nas escolas das aldeias, apenas 482 são indígenas. As licenciaturas interculturais têm o objetivo de oferecer formação para os docentes indígenas, para que o processo de escolarização seja coordenado integralmente por eles, promovendo uma autonomia político-pedagógica, uma forma de cumprir com os direitos e a legislação específica para a educação indígena, valorizando a língua, a cultura e os conhecimentos dos povos.

A UFG oferece, desde 2007, um curso de Licenciatura Intercultural pelo Núcleo Tekinahaky, que recebe povos indígenas de todo o país para a formação de docentes das escolas das aldeias. “A UEMASUL acertou em fazer essa reunião para trocar experiências, discutir, expor os desafios. É importante para a construção do curso, pois tem que ser feita com muita calma, sabedoria. Esse momento vai influenciar todo o projeto do curso no futuro”, declara o professor Arthur Ângelo Bispo, da UFG.

A formação dos professores é essencial para que os indígenas possam ingressar em cursos técnicos e superiores. O professor com o domínio da língua materna facilita o aprendizado das disciplinas específicas, cobradas nos vestibulares. “Imagine como seria difícil para nós aprender biologia, matemática, química ou física em alemão. É assim que acontece com os alunos indígenas, que têm a sua língua materna falada diariamente, e precisam aprender esses assuntos em português”, acrescenta a professora Marivânia Leonor Souza Furtado, coordenadora da Licenciatura Intercultural da UEMA.

“Esse momento de troca de vivências é essencial para podermos desenvolver um programa intercultural no futuro, para contribuirmos com os povos indígenas da Região Tocantina, para uma educação indígena que atenda a necessidade dos alunos das aldeias e eles possam ocupar cada vez mais espaços”, declarou a professora Ilma Maria de Oliveira Silva.

UEMASUL promove II Encontro de Engenharia Civil, em Açailândia

No intuito de suscitar discussões relacionadas às questões do cotidiano, referente ao conhecimento teórico-prático, sob a ótica dos profissionais da Construção Civil e outras áreas atuantes no mercado de trabalho, a Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão, campus Açailândia, promove o II encontro de Engenharia Civil.  Tendo como tema “A Engenharia Civil e suas áreas de atuação”, o evento tem o objetivo de aprofundar as reflexões sobre a Engenharia Civil e as diversas ações no mercado, por meio de palestras, mesas redondas, minicursos e a participação dos acadêmicos e professores, nas exposições orais de trabalhos técnico-científicos.

Durante a programação, os estudantes e professores participam de palestras, voltadas para temáticas: “Aspecto das obras de infraestrutura no Brasil”, “A Engenharia Civil e suas áreas de atuação”, “Licenças Ambientais necessárias à execução de obra civis”, “Acessibilidade e inclusão social”, “Segurança e saúde na construção” e o “Papel do Engenheiro Civil no Saneamento”.  Além dos minicursos, com destaque para o “Curso Básico de maquete eletrônica e Planta humanizada utilizando a ferramenta Google Sketchup, ministrado pelo o professor do IFMA, Luan Henrique Varão Silva.

Para o estudante do segundo período de Engenharia Civil, Anderson dos Santos, a realização deste segundo encontro, representa um grande passo para a consolidação do curso de Engenharia da UEMASUL. “É uma oportunidade, que nós estudantes do curso estamos tendo de adquirir mais conhecimento das diversas áreas de atuação da Engenharia. Hoje, com a criação da UEMASUL o curso de Engenharia Civil vem ganhando muito mais visibilidade na região, isto mostra, que o curso está caminhando no rumo certo, que é o aperfeiçoamento do ensino, pesquisa e extensão, além da preparação para o mercado”, ressalta.

O professor de Engenharia Civil e ministrante de minicurso, Jonathas Nascimento declara que o evento veio com uma novidade, que é apresentar os diversos setores em que a Engenharia atua e o cenário do mercado. “É importante pontuar que, ao participarem do encontro os acadêmicos dos primeiros períodos e os veteranos, começam a se contextualizar no cenário do mercado na área da Engenharia Civil, principalmente em Açailândia que é um polo Industrial e siderúrgico, com empresas voltadas para os setores da Engenharia. Então, a escolha em trabalhar com essa temática, sobre as diversas áreas de atuação da Engenharia veio unir-se com as necessidades dos acadêmicos do curso em Açailândia”, finaliza.