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Pesquisa analisa perfil socioeconômico dos universitários da UEMASUL

O questionário aplicado envolveu variáveis qualitativa e quantitativa e foi respondido por 1.034 acadêmicos.


Ascom UEMASUL

A Universidade Estadual da Região Tocantina (UEMASUL) divulgou esta semana o perfil socioeconômico dos seus acadêmicos, englobando os campi Imperatriz e Açailândia. O documento foi elaborado com os resultados da pesquisa feita pela Divisão de Serviço Social e Médico que aplicou questionário socioeconômico entre junho e setembro de 2017. O perfil socioeconômico tem o papel de retratar circunstâncias, situações e elementos sociais e culturais, e analisar com descrições detalhadas aspectos importantes da comunidade acadêmica.

O questionário aplicado envolveu variáveis qualitativa e quantitativa e foi respondido por 1.034 acadêmicos, representando o universo de 44,16 % dos acadêmicos matriculados nos 17 cursos ofertados pela instituição. O Diretório Central dos Estudantes Josias Morais (DCE-JM) teve papel fundamental na elaboração do documento, participando ativamente da aplicação do questionário. “É um documento muito importante para que a universidade possa elaborar políticas mais efetivas de assistência estudantil, conhecendo de forma mais profunda quem são os estudantes da instituição”, afirmou Luciana Almeida, coordenadora da Divisão Ecológica do DCE.

Para traçar o perfil socioeconômico dos acadêmicos, foram selecionados os ítens: sexo, cor/etnia, religião, estado civil, bairro e cidade onde mora, cidade e estado de nascimento, modo de inclusão na universidade, fatores que pesaram para ingresso na UEMASUL e na opção de curso, antecedentes escolares, principal fonte de conhecimentos gerais e específicos, meios de acesso à internet, composição familiar, se há pessoas com algum tipo de deficiência na família, se participa da renda familiar, se é bolsista, se a família possui bens, situação de moradia, meio de transporte que utiliza para ir à universidade e, se trabalha com ou sem carteira assinada.

Dentre os dados, chamou a atenção o percentual de gênero, que mostra que o quantitativo de mulheres com acesso aos cursos ofertados na UEMASUL é de 61,90%, quase o dobro em relação ao público masculino que indicou 31,10%. Relacionando a cor/etnia, negros e pardos somam mais de 60% dos estudantes. A acadêmica Ana Paula Lopes, do segundo período do curso de Química, que se autodeclara negra, é egressa de escola pública e representa a grande maioria dos acadêmicos da instituição. “Confesso que fiquei admirada com a quantidade de mulheres negras dentro da universidade e também com a forma que elas afirmam sua identidade através do cabelo afro”, declarou a estudante.

A assistente social Conceição de Maria Amorim explica, que as informações obtidas por meio do perfil socioeconômico mostram elementos determinantes para a definição de políticas, programas e projetos que  garantam a permanência e conclusão do curso, por parte das acadêmicas (os) em situação de vulnerabilidade socioeconômica. “Através desses dados reais, é possível efetivar ações que minimizem as dificuldades diárias de muitos membros da comunidade estudantil, favorecendo condições dignas e saudáveis para a permanência até a conclusão do curso superior, incluindo-os nos programas e projetos internos da instituição, assim como nos programas implementados por órgãos públicos ou organizações não governamentais”.

Para a reitora da UEMASUL, Elizabeth Nunes Fernandes, o documento é de extrema importância para o momento histórico da instituição. “Sendo uma instituição criada há pouco tempo, esses dados são extremamente importantes quando se pensam ações de inclusão social dentro de uma universidade regional, situada em uma região formada por municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)”, declarou a reitora.

A reitora destacou também o dado que mostra que 20,60% dos estudantes não possuem computador em casa e 11,99% possuem computador, mas sem acesso à internet. “Era uma realidade latente, tanto que em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo do Estado implantamos laboratórios de informática nos dois campi, com 21 computadores cada, disponíveis nos três turnos”, finalizou.

O Perfil socioeconômico e cultural das (os) acadêmicas (os) da UEMASUL está disponível na íntegra no endereço: http://uemasul.edu.br/perfilsocioeconomico.php


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